29 de abril de 2009
Top 5- Para gostar de Milton Nascimento
p.s: não achei o vídeo dele com a Alaíde Costa cantando " Me Deixa em Paz". Uma pena.
Corro demais
fueim fuiem fuiem.
Desculpa ai, mocinha da auto escola. Espero que você se recupere do trauma.
23 de abril de 2009
25 de março de 2009
24 de março de 2009
11 de março de 2009
Sou feia, mas tô na moda
9 de março de 2009
Tente, invente, faça um omelete diferente
Minha mãe tem as mesmas panelas de quando se casou. Sempre que vamos até as Lojas Pernambucanas ela fica namorando novos conjuntos, mas nunca leva. Ela também dorme na mesma velha cama de madeira com um design estranho e que ela jura todo ano que vai trocar e nunca troca, mas isso não vem ao caso. O que interessa no momento é que nossas panelas são velhas. Algumas sem o cabo, outras com tapas perdidas, todas velhas. Ou quase todas.
Um dia eu fui com meus amigos Carol e Emerson ao supermercado e, entre um produto e outro, Carol coloca uma frigideira no carrinho de compras. Pra quê? Ah, o teflon da outra arranhou, agora fica grudando. O teflon arranhou? As minhas nem sequer tiveram teflon um dia. Que supérfluo, pensei, ainda com resquícios da era Collor na minha alma.
Mais tarde me ofereci para fazer um prato na nova frigideira e meu deus, o ovo mexido cozinhava todo e não grudava, nem precisava colocar dois ovos para compensar a perda. Fiquei calculando quantos ovos eu perdi ao longo da minha vida de panela velha.
Cheguei em casa e tive uma conversa franca com a minha mãe, nós precisávamos de panelas com revestimento antiaderente. Aquilo sim que era vida. Adeus, Bombril. Adeus, esmaltes lascados. Adeus, panelas de molho. Precisávamos abrir os olhos para o futuro, para a modernidade, e aquele discurso todo. Minha mãe para minha surpresa concordou e no dia seguinte trouxe um conjunto de três frigideiras antiaderente. Prometeu que voltaria outro dia para comprar o resto do conjunto, o que nunca fez, de forma que as panelas em geral continuam velhas, mas tudo bem, pelo menos meus ovos mexidos estão salvos.
E por que eu estou falando isso? Por que hoje eu fiz um macarrão alho e óleo na minha frigideira com teflon e ele ficou perfeito. Não grudou, não queimou o alho, nada. Perfeito.
E o que eu quero dizer com essa conversa toda? Que panela velha não faz comida boa, ou ainda, que as panelas velhas que me desculpem, mas teflon é fundamental, mas se você quiser entender como uma metáfora, por mim tudo bem.
8 de março de 2009
28 de fevereiro de 2009
As vezes
25 de fevereiro de 2009
Nota Curta
Fiquei tão intrigada que decidi espiar pela janela.O velho fingia se afogar, espirrava àgua para todos os lados, para deleite do pequeno. Lembrei desse mesmo homem 15 anos atrás, cara fechada, ora perdido no meio de suas ferramentas, ora ralhando com a filha pela festa, pelo namorado, por qualquer coisa.
Fiquei olhando tudo aquilo, o ontem e o hoje, e cheguei a conclusão que se tem uma coisa bonita em viver, essa é poder testemunhar um pai severo se transformar em um avô amoroso.
16 de fevereiro de 2009
Bom dia, Tédio
Eu fico feliz com coisas pequenas. Quando tudo está uma merda, basta achar uma música que eu gosto muito no SoulSeek, e pronto, já vou dormir feliz. Um abacate maduro, encontrar rúcula na sessão de frios, um filme bom na promoção das Lojas Americanas. Qualquer um desses exemplos e basta. Ou bastava.
Aconteceu que algumas semanas atrás nada mais me alegrava. Não havia abacate no mundo que fosse suficiente. Nem doces. Comi todos os doces que me apareceram e nada, só quilos a mais. Parecia que não liberavam mais a serotonina de costume. Ou o tédio tinha se enraizado até os ossos.
Desesperada, resolvi consumir. Dizem que faz bem. Mas comprar o que? Nem pra gastar dinheiro eu animava. Pensei em todos os meus sonhos de consumo e nenhum me deu ganas de sair torrando minhas economias. Andei pelo shopping inteiro e nada saltou aos meus olhos. Desisti, ou além de entediada, ficaria pobre.
Decidi ver um filme. Comédia ou drama? Resolvi assistir Marley. Um maldito blockbuster saberia mexer com minhas emoções. Engraçadinho até, ri um pouco, mas não chorei. Todos de rostos molhados e eu ali, pensando o quanto era piegas aquela alternância entre vídeos do cachorro jovem e saudável, e o cachorro velho, morrendo no veterinário. Brega. E pensar que eu chorei tanto assistindo “K-9, um policial bom pra cachorro”...
Quando achei que tudo estava perdido, que eu estava fadada a melancolia eterna, dei de cara com ele. Lindo, chamativo, destacando entre os demais: Magnum Chocolate Belga.
Eu precisava experimentar. Eu amo sorvete Magnum, mas é caro, por isso eu nunca compro. E amo chocolate belga. Chocolate belga está no meu top 5 delícias do mundo. Sim, MAgnum Chocolate Belga traria minha felicidade de volta.
13 de fevereiro de 2009
Eu também ganhei, la la la la

E aí está, um texto do Edu a meu respeito, conforme a última moda no mundo da panelinha bloguiana. E viva o bloco mimimi.
"Marcela diz que não dá conta de ler mais meu blog, por conta que eu escrevo demais. E ela não lê mesmo. Marcela não dá a mínima bola para mim. Recentemente me bloqueou por semanas, e eu que não sou de levar desaforo pra casa, entreguei para Deus. Agora voltamos provisoriamente às boas, com possibilidade de visita à sua Poços onde terei direito a um colchão, pão de queijo de manhã, doce de leite, e um pastel na faixa no Pastelux(ch)o. Prometo fotos panorâmicas incríveis do Cristo, da casa, fazer de Poços uma cidade de brinquedo, e provocar um amor irrestrito em terras marcelinas, já que estou na fase sedutor-amoroso. Mas como a moça é por demais imprevisível, tento garantir empréstimo com irmãos, para necessidade de rabo entre as pernas, ônibus expresso no terminal com passagem em punho, vociferando palavrões em braille. Se o negócio complicar, simulo dramaticamente suicídio em águas térmicas medicinais. Mas sei que nada comoverá esse coração de minério. Nada. Ela não me leva a sério. Me tem em profundo descrédito, desde que esteve cá em casa e viu que sou farsante de primeira. Como a Rosma, vai me chutar, vadio, sem aceitar pedidos de desculpas, entender que despejo sem pensar vastas insensibilidades. Tudo por que não entendo de mulheres, pois cresci numa casa onde todo mundo se embruteceu cedo demais. Ser cínico, e fingir que não me importo, é minha estratégia de defesa, e ela não pode negar que nisto somos um tanto iguais. Mas no fundo somos uns esfomeados de amor, sentimentais saídos de uma canção triste do Amarante."
7 de fevereiro de 2009
Top 5 músicas de amores improváveis ( ou ainda, top 5 músicas que me lembram você)
1- Porque era ela, Porque era eu (Chico Buarque)
2- Último romance (Rodrigo Amarante)
"Eu encontrei-a quando não quis
mais procurar o meu amor
E quanto levou foi pr'eu merecer
antes um mês e eu já não sei
E até quem me vê lendo o jornal
na fila do pão sabe que eu te encontrei
E ninguém dirá que é tarde demais
que é tão diferente assim
Do nosso amor a gente é que sabe, pequena"
3- Janta (Marcelo Camelo)
4- Minha flor, meu bebê ( Cazuza)
5- Na verdade não tem uma quinta música, mas ficaria feio um top 4. Top tem que ser no mínimo 5,né? Então vou deixar aberto para quem quiser sugerir uma música sobre esse tema.
31 de janeiro de 2009
Você sabe o que é meme?
Segundo o Felipe Luno, que foi quem me colocou nessa brincadeira, as regras são as seguintes:
- Linkar a pessoa que te indicou.
- Escrever as regras do Meme em seu blog.
- Contar 6 coisas aleatórias sobre você.
- Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.
- Deixe a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela.
- Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.
Ok, crianças. Então vamos lá, seis coisas sobre mim:
- Fujo de todo e qualquer evento dançante. E dos formais também.
- Já entrei na academia umas 20 vezes. Só duas vezes eu fiquei mais de um mês.
- Sempre adorei crianças, mas depois que comecei a trabalhar em shopping, sinto que gosto cada vez menos delas. E isso me assusta.
- Eu cheiro pastel. Mas tudo bem, eu não ligo, pois já me é familiar.
- Eu tenho dificuldades para acreditar em Deus, mas tenho medo sincero de fantasmas.
- Eu uso crocks e acho que é o melhor calçado do mundo. E daí que parece uma bota de açougueiro em férias?
23 de janeiro de 2009
Entre Prados e Paivas
21 de janeiro de 2009
Sobre beijinhos doces
Eu não queria mais assistir novelas. Não que eu não goste. Eu gosto, sempre gostei. Estudei, pesquisei, escrevi sobre, mas não queria mais. Não foi nenhum motivo intelectual também, porque você sabe, isso é bobagem. Isso é conversa de homem que assiste mesa redonda aos domingos. Conversa de quem acha que Réquiem para um sonho é um grande filme.
Mas eu cansei. É, cansei. Não agüentava mais ver a Carolina Dieckmann, o Cauã, a Mariana Ximenes. E quantas vezes eu vou ter que assistir o casal romântico Tárcisio Meira e Glória Menezes? Não. Decidi que só assistiria quando aparecesse algo inovador, tal qual Beto Rockfeller foi para a época.
Foi então que todo mundo começou a falar da novela “A Favorita”. As pessoas praguejavam o autor, que não definia quem era a mocinha, quem era a vilã e eu fiquei com vontade de assistir. Parecia interessante, mas fiquei sabendo pelas capas de revista na banca que a mocinha talvez fosse irmã do mocinho, talvez não. Ah não, amor entre prováveis irmãos? Não. Eu não agüento mais isso. E tinha uma morta que talvez não estivesse morta. Não! Não quero! Fui resistindo, resistindo, e só cedi nas últimas semanas.
Arrependi. Como era boa, não? Claro que teve escorregões, tinha aquele bundão do Zé Bob, a adúltera que acabou punida e morta, e o viadinho que virou macho, mas era boa. Bons diálogos, personagens como a Flora, o Silverinha...é, foi boa. E achei interessante que o nome da novela só fez sentido na última cena.
E agora? Agora começou outra novela cheia de véus, pessoas que vem do outro lado do mundo ao Brasil como quem vai de São Paulo a Santos, e cenas e cenas de dança do ventre. Não, eu não assisto mais novelas.
1 de janeiro de 2009
Sobre festas de fim de ano, ou não
27 de dezembro de 2008
O que eu me dou de presente de natal?
Natal taí, quer dizer, já foi e eu, trabalhadora do Brasil, resolvi que preciso, devo, mereço me dar um presente. Mas o que?
a) Sanfona de CriançaPontos positivos: eu sempre quis tocar sanfona, mas sanfona é caro. Já essa de criança não.
Pontos negativos: é difícil tocar, ainda que de criança.

b) Pandeiro de couro
Pontos positivos: eu sempre quis ter um pandeiro.
Pontos negativos: não é tão fácil de tocar como eu previa.

c) Plasma Ball
Ponto Positivo: É a coisa mais legal do planeta!
Ponto Negativo: Não tem lá muito utilidade.

d) Nenhuma das alternativas anteriores. Guarde seu dinheiro para uma coisa útil.





