26 de agosto de 2011
10 coisas que você nunca deve fazer ao terminar um ralacionamento.
Eu teria mais uns dois itens a acrescentar.
15 de junho de 2011
Edu não sabe de nada
O Edu disse que eu sou uma má tia. Má tia. Vê se pode? Logo eu, que super gastei no meu cartão de crédito comprando todas as roupinhas fofas de bebê que encontrava pelo caminho, que brigo com a própria mãe dele por não concordar em trocar o leite, médico, e que tiro sim todas as fotos do mundo. Todas. Rindo, chorando, dormindo, tomando banho, comendo...
O meu irmão que é meu sócio na nova câmera até ri de mim, diz que eu não tiro foto de outra coisa. Em suma, eu sou uma ótima tia. E madrinha.
8 de junho de 2011
A despedida
Disseram que é porque eu não entendo nada de futebol, e não deixa de ser verdade, mas eu achei a despedida do Ronaldo da seleção mais triste do que aquele programa Rei Majestade que passava no SBT. E olha que aquele programa já me deixava pra lá de deprimida.
Onde que é bonito ver um cara, que foi o jogador que ele foi, apresentar essa forma fisíca de caminhoneiro aposentado? Olha essa pança. Parece que ele comeu um balde de costelas na frente da tv e depois foi jogar uma partidinha.
E aquele gol perdido? Triste, triste, triste.
1 de maio de 2011
26 de abril de 2011
24 de abril de 2011
O show de Marcela
Fui dormir em um episódio de Friends e acordei discutindo em Brothers and Sisters.
11 de fevereiro de 2011
O tucano

Foi um dia desses, indo pro trabalho. O mesmo trajeto, a mesma estrada, os mesmos estranhos ao lado, as mesmas músicas no celular. Olhei pela janela e lá estava ele. Um tucano. Lindo, lindo, voando sozinho. Nem parecia de verdade com aquele bico enorme e as asinhas curtas no meio do céu. Como que equilibra?
Sei que é piegas pra caramba, mas não tem como cruzar com um bicho desses assim, no meio da cidade, e não se sentir abençoado. Eu me senti.
Sei que é piegas pra caramba, mas não tem como cruzar com um bicho desses assim, no meio da cidade, e não se sentir abençoado. Eu me senti.
7 de fevereiro de 2011
5 de fevereiro de 2011
Hoje eu estou com o Paulinho
Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
a dor no peito
Não diga nada
sobre meus defeitos
Eu não me lembro mais
quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Enquanto esqueço um pouco
a dor no peito
Não diga nada
sobre meus defeitos
Eu não me lembro mais
quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
29 de janeiro de 2011
23 de janeiro de 2011
15 de janeiro de 2011
Ziquei meu cabelo. E agora?
8 de janeiro de 2011
Fotos de celular
Sempre quando você presencia uma cena super legal e pensa, nossa, isso renderia uma boa foto, você não está com uma câmera. É nessas horas que ele entra, o celular.
Hoje quase todos celulares vem com maquina fotográfica, pena que a qualidade é quase sempre uma porcaria. Salvo se você for do tipo que compra celulares caros, mas eu pelo menos não me encaixo nesse grupo. Sou do grupo que fica naquela ansiedade pra tirar a foto e depois fica triste porque sempre sai ruim. Ainda assim eu tiro. Do cara estranho, do gato bonito, da flor colorida, tudo.
Essa foto eu tirei no dia que eu fui acompanhar meu pai no barbeiro. Era tudo tão antigo, desde a tesoura ao barbeiro, tão banhado a formol, que eu tive que tirar uma foto.
Tadinhos. Eles demoraram mais de uma hora para cortar o cabelo do meu pai. Um teco de cabelo. Se fosse o meu demorariam um dia.
Foto da mão de um senhor que sentou na poltrona da frente, indo de Poços para São João.
Rodoviária de São João da Boa Vista. Eu queria mesmo era tirar uma foto da cara desse sujeito. Sorrindo. Todos os dentes de ouro. Mas não dava, fiquei com medo de levar uma facada no estômago.
Quando eu tinha 14 anos fui a uma cartomante e entre outra bobagens ela me disse que o homem da minha vida era "cor de jambo". Eu nunca soube o que era um jambo, mas me diziam que era uma pessoa bem morena. Bom, esses dias fui no supermercado e finalmente descobri o que era um jambo. É isso ai da foto.
Outra função do celular é tirar foto das coisas que eu preciso mostrar pra alguem depois. Essa é de um berço que eu vi e achei legal. Tirei pra mostrar pra minha irmã. Tenho outras de tapete, protetor de berço, roupinhas, e por aí vai.
Essa foto lavada é o seguinte: minha mãe trocou os panos dos sofás aqui de casa. O cara acabou de entregar, a gente estava voltando para sala falando "ai, mas agora os gatos não podem ficar pulando no sofá" e blá blá, e pá, já encontramos os dois assim, felizes e instalados.
Hoje quase todos celulares vem com maquina fotográfica, pena que a qualidade é quase sempre uma porcaria. Salvo se você for do tipo que compra celulares caros, mas eu pelo menos não me encaixo nesse grupo. Sou do grupo que fica naquela ansiedade pra tirar a foto e depois fica triste porque sempre sai ruim. Ainda assim eu tiro. Do cara estranho, do gato bonito, da flor colorida, tudo.
Essa foto eu tirei no dia que eu fui acompanhar meu pai no barbeiro. Era tudo tão antigo, desde a tesoura ao barbeiro, tão banhado a formol, que eu tive que tirar uma foto.Tadinhos. Eles demoraram mais de uma hora para cortar o cabelo do meu pai. Um teco de cabelo. Se fosse o meu demorariam um dia.
Foto da mão de um senhor que sentou na poltrona da frente, indo de Poços para São João.
Rodoviária de São João da Boa Vista. Eu queria mesmo era tirar uma foto da cara desse sujeito. Sorrindo. Todos os dentes de ouro. Mas não dava, fiquei com medo de levar uma facada no estômago.
Quando eu tinha 14 anos fui a uma cartomante e entre outra bobagens ela me disse que o homem da minha vida era "cor de jambo". Eu nunca soube o que era um jambo, mas me diziam que era uma pessoa bem morena. Bom, esses dias fui no supermercado e finalmente descobri o que era um jambo. É isso ai da foto.
Outra função do celular é tirar foto das coisas que eu preciso mostrar pra alguem depois. Essa é de um berço que eu vi e achei legal. Tirei pra mostrar pra minha irmã. Tenho outras de tapete, protetor de berço, roupinhas, e por aí vai.
Essa foto lavada é o seguinte: minha mãe trocou os panos dos sofás aqui de casa. O cara acabou de entregar, a gente estava voltando para sala falando "ai, mas agora os gatos não podem ficar pulando no sofá" e blá blá, e pá, já encontramos os dois assim, felizes e instalados.
5 de janeiro de 2011
Bicho
O pai de uma conhecida minha não permitia que eles tivessem um bicho de estimação. Gato, cachorro, tartaruga, nada. Dizia que depois o animal morreria e as crianças ficariam tristes. Duro demais, calculista demais, pessimista demais, sei lá, mas...sabe que ele tem razão?
Meu gato está doente. Calculo renal e aquela coisa toda. Passou o fim de semana internado e quando teve alta segunda-feira todo mundo estranhou. O gato estava ainda mais gordo do que já era. Muito mais. Parecia uma melancia, coitado. Mal conseguia se mexer. Eu ligava pra veterinária e ela afirmando que aquilo era normal, fazia parte da recuperação, e tava inchado por conta dos medicamentos, e blá blá blá, e o gato lá, um dia inteiro sem se mexer.
Pra resumir a história: ele estava realmente mal. A bexiga rompeu e aquele inchaço todo era urina espalhada na cavidade pulmonar. Ah, velho. Não é pra matar uma filha da puta de uma veterinária dessa? O gato três dias com a bexiga estourada? Minha vontade é enfiar a mão na cara dela, xingar de vadia ordinária, dar um tiro no joelho dela, sei lá.
Mas agora ele tá bem, sobreviveu a cirurgia e está se recuperando, mas o pai da menina estava certo, a gente sofre demais.
Meu gato está doente. Calculo renal e aquela coisa toda. Passou o fim de semana internado e quando teve alta segunda-feira todo mundo estranhou. O gato estava ainda mais gordo do que já era. Muito mais. Parecia uma melancia, coitado. Mal conseguia se mexer. Eu ligava pra veterinária e ela afirmando que aquilo era normal, fazia parte da recuperação, e tava inchado por conta dos medicamentos, e blá blá blá, e o gato lá, um dia inteiro sem se mexer.
Pra resumir a história: ele estava realmente mal. A bexiga rompeu e aquele inchaço todo era urina espalhada na cavidade pulmonar. Ah, velho. Não é pra matar uma filha da puta de uma veterinária dessa? O gato três dias com a bexiga estourada? Minha vontade é enfiar a mão na cara dela, xingar de vadia ordinária, dar um tiro no joelho dela, sei lá.
Mas agora ele tá bem, sobreviveu a cirurgia e está se recuperando, mas o pai da menina estava certo, a gente sofre demais.
1 de janeiro de 2011
30 de dezembro de 2010
Eu não sinto mais a mínima vontade de ter um blog, mas eu não tenho coragem de deletar ou abandonar. Por que? Porque eu não toco mais violão, eu não vejo mais meus amigos, eu não bebo mais, e mais um monte de coisas que determinavam o que eu era e o que eu gostava. A sensação que eu fico é que eu estou cada vez mais distante de mim, ou do que eu fui, então eu vou segurando esse pedacinho aqui, mas eu me sinto cada vez menos blogueira.
E eu sempre odiei esse termo, blogueira.
E eu sempre odiei esse termo, blogueira.
22 de dezembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)




